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Preço: R$ 1,059.00
Finaliza em: 4d 11h (08/09/10 07:47)
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Finaliza em: 19d 20h (23/09/10 17:25)
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Finaliza em: 8d 14h (12/09/10 11:14)
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Notícias para quem quer Comprar Notebooks
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Na crítica de [REC], escrevi que "Trata-se de um filme que pega elementos já utilizados em outros projetos similares do gênero, mas sabe como utilizá-los para criar algo novo e envolvente". E disse também que o que me dava medo de verdade era "saber que todos os acertos que serviram para ganhar o público e até mesmo o direito de um remake hollywoodiano sejam jogados fora no já anunciado [REC] 2". O segundo filme da série espanhola começa exatamente onde o anterior parou. Depois que a repórter Ángela Vidal (Manuela Velasco) é puxada para o escuro, sobra para um segundo ...
03/09/2010 - 10:27:00
03/09/2010 - 11:46:00
02/09/2010 - 19:46:01

Recomendação foi feita por órgão de proteção ao consumidor nos EUA.
Satellite T135, T135D e Satellite Pro T130 sofrem de superaquecimento.
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Sandman, a maior criação de Neil Gaiman, está trocando os quadrinhos pela televisão. A Warner Bros. TV aproveita sua relação com as detentoras dos direitos, a DC Comics, e já conversa com produtores e roteiristas para a adaptação. Puxa a fila de interessados um nome conhecido dentro da WBTV: Eric Kripke, o criador de Supernatural. No momento, enquanto a divisão de TV da Warner ainda acerta detalhes do licenciamento, Gaiman ainda não está envolvido na adaptação - mas isso pode acontecer no futuro, diz o Hollywood Reporter. Há anos Sandman tenta emplacar no cinema, sem sucesso. Na TV, a DC/Vertigo ...
01/09/2010 - 19:06:32
Aparelhos fazem parte da linha 2011 da empresa e alguns já estão à venda
A Positivo anunciou ontem os novos produtos da linha 2011 da empresa, entre eles um notebook 3D, computadores compactos e um leitor de livros digitais. Segundo a empresa, alguns aparelhos chegarão às lojas até o fim deste ano, como os modelos Positivo Mini, computadores com gabinete reduzido, capacidade de armazenamento de até 1 TB, 4 GB de memória RAM e preço a partir de R$ 999.
A linha de desktops compactos Mini Fit oferece computadores equipados com saída HDMI, teclado sem fio e leitor de DVD. O modelo Positivo Mini Fit 510 chegará às lojas com preço sugerido de R$ 1.799 ainda este ano. Alguns desktops da linha Master, que focam o uso em empresas, podem ter a memória expandida até 16 GB, HD de até 500 GB e tela LCD widescreen de 15,6 até 20 polegadas.
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O Positivo Alfa é um leitor de livros digitais e já foi lançado. Ele é equipado com tela sensível ao toque de seis polegadas e possui tecnologia E-ink, similar a de aparelhos como Kindle, da Amazon. A capacidade de armazenamento é de 2 GB (expansível por meio de cartão de memória Micro SD) e possui bateria recarregável, porta USB e dicionário Aurélio instalado. O preço sugerido para o Positivo Alfa é de R$ 699.
Os notebooks da linha Premium Select permitem mudar a proteção externa. As capas podem ser adquiridas à parte e duas delas acompanham cada modelo. Os notebooks são equipados com processador Intel i3, i5 ou i7, porta HDMI e o notebook Premium Cinema 7420 possui leitor Blu-Ray.
O notebook Premium 3D possui recursos tridimensionais e é equipado com placa de vídeo e óculos 3D da NVidia e processador Intel de quatro núcleos. A Positivo também anunciou novos computadores para linha Union, modelos que ocupam menos espaço do que modelos convencionais. O gabinete é integrado à tela LCD de 18,5 polegadas e os computadores chegarão às lojas em novembro com preço sugerido a partir de R$ 1.299.
Todos os computadores e notebook saem de fábrica com o pacote Positivo Experience, um conjunto de softwares para gerenciamento de bateria, cópias de segurança, equalizador de som, recursos visuais para webcam e aplicativos que integram Twitter e Youtube.
02/09/2010 - 09:02:07

Toughbook, da Panasonic, foi apresentado no Japão.
Computador continua funcionando após quedas e descargas elétricas.
31/08/2010 - 18:15:40
Movido a baterias de lítio, protótipo fez média de quase 500km/h no trajeto, mas parou em outro teste por falha mecânica
por Aylons Hazzud
O carro elétrico mais veloz do mundo alcançou, em testes realizados semana passada, 515km/h na velocidade máxima. Criado por estudantes da Universidade de Ohio, nos EUA, o automóvel fez uma média de 495km/h durante o trajeto de ida e volta, batendo o recorde anterior cravado pela própria equipe, chamada Buckeye Bullet.
Como todo veículo feito para bater recordes, a carroceria lembra mais um desenho animado do que algo que usaríamos como meio de transporte. Mas se a aparência é muito diferente dos produtos comerciais, as baterias de lítio foram fornecidas pela A123 Systems, fornecedora de fabricantes como a Chrysler, explica o site Inhabitat. O recorde é reconhecido pela Federação Internacional de Automobilismo, a FIA.
E no que dependesse da parte elétrica, a máquina poderia até ter ido até mais rápido: após o recorde, uma nova tentativa falhou por causa de uma falha mecânica do veículo, que não resistiu ao torque do motor. A equipe não conseguiu fazer os reparos para permitir novos testes desta vez, mas o projeto continua e novas versões do protótipo estão previstas.
O recorde é interessante porque remete ao início da medição de marcas de velocidade em terra. Os primeiros dois registros de velocidade máxima, anotados em 1898 e 1899, foram feitos com veículos elétricos, que, pilotados por Gaston de Chasseloup-Laubat em Achères, na França, atingiram as estupefacientes marcas de 63 e 70 km/h, respectivamente. O próximo recorde, medido apenas em 1902, já era com um motor a vapor.
Entenda o recorde de velocidade em terra
À exceção dos dois registros de Chasseloup-Laubat, sempre citados por serem as primeiras medições de velocidade de veículos de que se tem notícia, oficialmente o registro de recorde de velocidade começou em 1902, quando o Automóvel Clube de França tomou para si a tarefa. Na época, vários clubes criaram suas próprias regras para a medição e registro desses recordes.
Essa confusão durou até 1924, quando a Association Internationale des Automobile Clubs Reconnus (AIACR), sendo um órgão internacional que reunia diversos clubes do mundo todo, resolveu regulamentar esse registro. A AIACR transformou-se em 1947 na atual FIA (Federação Internacional de Automobilismo), e ainda hoje é quem “manda” no reconhecimento e registro dos recordes.
Em 1924, a AIACR propôs as seguintes regras para o recorde “valer”: o veículo tem que ter quatro rodas, a potência do motor tem que ser transmitida ao chão pela própria roda e a medição tem que ser feita em duas “passadas” (ida e volta) calculando a média dos dois valores medidos. Enquanto essas regras valeram, até 1963, todos os recordes foram batidos por motores a explosão (do mesmo tipo usado nos automóveis de passeio até hoje).
Em 1963, o famoso Spirit of America, do norte-americano Craig Breedlove, cumrpiu a façanha de ultrapassar as 400 milhas por hora (cerca de 650 km/h). Até então, os EUA eram “fregueses” dos ingleses e franceses nessas disputas, portanto Breedlove foi tomado como herói nacional ao quebrar o recorde. Houve certa polêmica na época, porque o Spirit of America só tinha três rodas, parecia-se com um avião e era propelido por jatos, com as rodas completamente livres. O recorde não foi reconhecido pela FIA, mas isso não importou muito: a partir de então, todos os recordes absolutos de velocidade em terra (ou seja, sobre rodas, somados todos os tipos de propulsores existentes) até hoje foram quebrados unicamente por automóveis a jato.
A FIA criou em 1964, então, uma subcategoria de veículos com trasmissão pela roda, para manter o interesse no desenvolvimento de carros recordistas com outros tipos de motor e transmissão. E dessa subcategoria nasceram outras, especializadas em tipos de motores. O carro da Buckeye Bullet é o atual recordista na categoria dos motores elétricos. Há até uma categoria para motores a vapor, cujo centenário recorde de 1906 foi batido em 2009 pela British Steam Car, com uma velocidade de 239 km/h.
Todas as categorias acima, mantidas pela FIA, são para veículos com potência nas rodas, sem trilhos e pilotados por um humano. O recorde absoluto em terra, contando qualquer veículo que não seja voador, pertence a uma locomotiva-foguete, não pilotável, desenvolvida pela Força Aérea dos Estados Unidos. O trem chega a um impressionante Mach 8,5 (oito vezes e meia a velocidade do som, ou cerca de 10.400 km/h – isso mesmo, dez mil e quatrocentos quilômetros por hora). Se lembrarmos que os aviões comerciais não chegam nem a Mach 1 (à exceção do extinto Concorde), é uma marca e tanto.
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